quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Magia e Práticas com Espelhos



Os espelhos são formados por uma camada de prata, alumínio ou amálgama de estanho, que é depositada quimicamente sobre a face posterior de uma lâmina de vidro, e por trás coberta com uma substância protectora.

Não se sabe a data de origem exata dos espelhos. Possivelmente foi a a superfície da água que inspirou o fabrico dos primeiros objetos. Foram descobertos nos despojos da civilização Badariana (do Egipto, junto ao Rio Nilo), espelhos de cobre, deixados pelo homem primitivo no quinto milênio a .C.

Algumas culturas possuem crendices de que quem quebrar um espelho terá sete anos de azar.

Os antigos romanos creditam aos espelhos o poder de refletir a alma e afetar o bem-estar de uma pessoa.

A fé judaica exige que todos os espelhos da casa sejam cobertos enquanto a morte de um ente querido é velada, de modo a impedir que os vivos sejam distraídos pelos ornamentos da beleza e do mundo físico.

As culturas de Roma ao Oriente Distante possuem uma tradição comum que considera espelhos como entidades malévolas que aprisionam as almas dos viventes, causando assim a morte ou capturando as almas dos falecidos antes que possam chegar à vida após a morte, amaldiçoando seus espíritos com o cativeiro eterno.

Vampiros não podem gerar reflexos em espelhos por serem criaturas dos mortos-vivos e sem almas.


ESPELHO NEGRO


Este é um método usado para adivinhação e visualização por meio de observação de um espelho, feito com uma chapa de vidro comum, com um dos lados pintado de preto.

Outros métodos podem ser usados para este fim, tal como bolas de cristal, crânio esculpido em cristal, copos cheios de água, tijela de água colorida com tinta, cinzas, fumaça, névoa flutuante sobre água, etc.

Este do espelho negro costuma ser um dos preferidos, pois envolve material de baixo custo para a confecção, pode ser feito em qualquer lugar, oferece uma tela escura boa para visualização e costuma dar bons resultados.


COMO FAZER SEU ESPELHO NEGRO

1. Arrume um pequeno porta-retratos, com moldura e vidro comum transparente (estes com chapa de plástico transparente não servem, a chapa deve ser de vidro).

Quanto mais grosso for o vidro, mais "profundo" irá parecer o espelho, depois de pronto. Note que estamos falando de vidro comum, transparente, não de espelhos já prontos.

O porta-retratos poderá ter qualquer formato: retangular, oval, etc...

2. Desmonte o porta-retratos. Pegue a chapa de vidro. Limpe bem o vidro com álcool.

3. Pinte só UM dos lados do vidro com alguma tinta preta que tenha bom poder de aderência sobre vidro. Entre outras, tinta esmalte preta serve bem para isto. Tinta artesanal para vidro também. Aplique várias camadas, para impedir ao máximo a passagem de luz. Se quiser decorar a moldura com desenhos cabalísticos ou coisa assim, tudo bem. Molduras decoradas ou trabalhadas não vão atrapalhar.

4. Depois de seco, torne a montar a moldura, reinstalando o vidro e colocando o lado pintado de negro voltado para dentro.

5. A moldura deverá ser mantida na vertical, um pouco inclinada para trás. Caso seja uma moldura com pé ou base, isto já servirá. Caso contrário, arrume um jeito para que ela fique em pé sozinha (arame, objeto para apoio...)

COMO USAR O ESPELHO

Preparativos gerais: Procure induzir um estado de consciência alterada, da forma como faz para outras meditações e práticas.

Caso queira, inclua incenso, música adequada para meditação, etc...

1 - Coloque o espelho em pé sobre uma mesa, de formas que este fique no nível adequado para seus olhos, quando vc se sentar em frente dele.

2 - Uma vela ou lâmpada fraca deve ficar posicionada atrás do lugar onde vc vai se sentar (atrás de vc, portanto). Esta deve ser a única iluminação da sala.

3 - Faça o exercício de relaxamento progressivo ensinado abaixo (se quiser, faça-o deitado na cama, depois venha para o local onde está o espelho).

4 - Focalize o olhar no espelho, de forma relaxada, tentando olhar não na superfície, mas "através do espelho'"..

5 - Não se preocupe em piscar ou não. Isto vai ser indiferente..
Mantenha a mente vazia, ou concentrada em alguma pergunta específica.

6 - Não permaneça mais de 20 minutos concentrado(a) no espelho, pelo menos nas primeiras vezes.


COMO APARECEM AS IMAGENS:

Se bem que isto possa variar de pessoa para pessoa, normalmente as imagens são precedidas por uma 'névoa', que aparece depois de alguns minutos de concentração. Esta névoa depois se dissipa, ou se transforma em imagens.

Tais imagens podem ser símbolos vindos do inconsciente, imagens reais do presente, do passado ou do futuro, flashes de vidas passadas...

O sucesso da experiência também pode ser imediato ou não. Algumas pessoas vêem imagens logo da primeira vez, outras precisam repetir o exercício durante vários dias, até conseguir visualizar alguma coisa.


EXERCÍCIO DE RELAXAMENTO PROGRESSIVO:

Este exercício é muito bom , e pode ser usado para outras coisas que precisem de prévio relaxamento, também...

Tempo : 15 a 20 minutos, mais ou menos.

Use música adequada, se quiser.

Faça deitado ou sentado confortavelmente numa poltrona ou sofá.

Comece a respirar em ritmo 4/2/4 (inspire, contando mentalmente até 4, segure o ar contando até 2, expire contando até 4), fazendo isto por uns 3 minutos. Depois disto, tente manter mais ou menos este tipo de respiração, mas não se preocupe muito com isto...

Feche os olhos e esvazie a mente. Agora vc vai trabalhar com tensão/relaxamento de músculos.

"Tensionar" é simplesmente forçar ou contrair os músculos, como quando vc aperta a mão ou faz força para mostrar os músculos do braço, por exemplo.

"Relaxar" é parar de fazer força, deixando o músculo frouxo, em repouso.

Procure 'tensionar' nas inspirações, e 'relaxar' nas expirações...

1. Estique o pé direito e tensione todos os músculos do pé. Relaxe. Repita mais uma vez. Faça agora com o outro pé.

2. Tensione os músculos da barriga da perna direita... Relaxe... Repita mais uma vez... Faça o mesmo com a perna esquerda.

3. Tensione os músculos das nádegas. Relaxe e repita...

4. Tensione os músculos das costas... Relaxe e repita...

5. Estique e tensione a mão direita, com a mão fechada em soco. Relaxe e abra a mão. Repita mais uma vez. Faça o mesmo com a mão esquerda.

6. Tensione todos os músculos do braço direito. Relaxe. Repita. Faça o mesmo com o braço esquerdo.

7. Tensione todos os músculos do peito. Relaxe e repita.

8. Tensione os músculos do pescoço. Relaxe. Repita.

9. Tensione os músculos da cabeça. Relaxe. Repita.

10. Tensione todos os músculos do corpo, de uma vez só. Relaxe. Repita.

Este exercício diminuirá bastante as sensações corporais, uma etapa importante em qualquer processo que envolva alteração do estado mental.

Fonte: Bene Cohen/Voadores/Agosto 2006

Benedicto Cohen (Bene)
beneluxbr@yahoo.com.br

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Postado por Lady Viktoria

Capitalismo x Magia II

Compreendendo a Egregora

“Compreenda o sistema capitalista como uma grande egregora que beneficia poucos através dos trabalhos das massas, logo existe um sistema inteiro trabalhando para que você se mantenha como MASSA. E aqui está o cerne da questão, o sistema capitalista é uma egregora singular para se trabalhar, e completamente diferente de qualquer sistema mágico conhecido, é por isso que suas ações mágicas para melhorar os aspectos financeiros de sua vida não deram certo como gostaria....”

Tive muito tempo para pensar sobre as particularidades da egregora que movimenta o sistema capitalista – Dinheiro - não se trata apenas de notas ou moedas que pegamos; Dentro de paradigmas mágicos não se pode chamar para si o Dinheiro, mas sim Oportunidades.

Outro dia vi uma pregação feita por um pastor onde o mesmo falava sobre o direito que o cristão possui sobre as bênçãos; E conversava sobre esses “direitos” com uma pessoa bem próxima e nessa oportunidade compreendi que a egregora existente no sistema capitalista não está de forma alguma alinhada com outras egregoras, assim o conceito de “Direito” ás bênçãos de prosperidade não são muito bem compreendidos pela egregora do sistema capitalista – Vou chamar essa egregora de Granas.

Até aqui observamos que Granas possui algumas características;

1) Não gosta de ficar parado, quer se movimentar;
2) Não é subordinado aos arquétipos encontrados por ai;
3) Seu único elo fraco são Pessoas;
4) Única forma de manipular magicamente é através das Oportunidades;
5) Granas não quer saber quem o movimenta, não tem ética;
6) Granas precisa manter a grande massa como massa para continuar se
movimentando;

Deste modo o interesse de Granas é estar com pessoas que em primeiro lugar o façam se movimentar, não interessa se é em igrejas ou traficantes; Granas não é manipulado por arquétipos, mas seu elo fraco são pessoas e suas atitudes, se o Irã ameaçar com lançamentos de mísseis gera instabilidade e Granas rapidamente se movimenta, se retrai, corre de um lado para outro do tabuleiro; A parte que nos interessa é que Granas é dependente e age através de Oportunidades/Atitude e podemos gerar Oportunidades magicamente.

Perceba que Granas não possui um formato humanóide, como nossa mente costuma adotar para compreender melhor os arquétipos, tenho buscado fortemente compreender essa egregora e sua forma me parece muito clara quando pensamos em um tabuleiro;

No centro de cada quadrado imagine um ponto, um buraco, e sobre esse ponto existe um pequeno vórtice sugando tudo em torno e centralizando/sugando para o centro do ponto. Em todos os quadrados do tabuleiro existe o mesmo vórtice, e perceba que o tabuleiro em si também faz parte de Granas, perceba ainda que abaixo do tabuleiro, como cada quadrado possui um furo, parte do que foi absorvido cai para uma segunda camada abaixo do tabuleiro onde existe outro vórtice e por ai vai... Como um castelo de cartas de baralho, mas de cabeça para baixo; porém com 3 camadas;


Em “A” temos a população em geral, que trabalha para uma empresa qualquer com venda de produtos ou serviços; Perceba que Granas beneficia poucos através do trabalho de muitos, por isso o efeito vórtice;

Em “B” temos o tabuleiro que recebe e interage com os beneficiados ou que tentam permanecer no campo dos beneficiados; O tabuleiro é uma chave importante para se trabalhar magicamente; Quem são os que estão na tabuleiro? Os que trabalham com dinheiro dos outros; (Bancos, guerrilheiros da bolsa e outros)

Em “C” temos uma camada que não cabe a nós, vou chamar apenas de PIB diversos, pois é o todo;

Em “D” temos a essência de Granas, interligada com todos os PIBs; Perceba que tudo está interligado;

A pergunta que não quer se calar é, em termos financeiros, o que isso significa? Até o momento falamos em gerar oportunidades, mas gerar oportunidades pode significar continuar em “A” sendo usado/absorvido por Granas ou ir para B; que parece ser um elo de junção entre os mais beneficiados por Granas. Quem trabalha nesse tabuleiro são Bancos, investidores (Mercado de ações), outros de forma ilegal como agiotas e etc;
( O que mais posso inserir aqui como exemplo?)

Ou seja, agentes que ganham a vida movimentando Granas;

Com isso é possível perceber mais claramente o motivo de rituais com objetivo de absorver Granas para si não funcionando muito bem; A egregora Granas é poderosa e não pode ser absorvida, ela absorve você, porém a única necessidade de Granas é se movimentar.

E se é uma necessidade é também uma fraqueza. Deste modo seria mais correto um ritual voltado para que Granas veja você como um agente causador de movimento.

Continua nos próximos...

Autor: ZeD

Publicado por Thenebris

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Vampirismo x Luxúria e Nascidos Vampiros


Para iniciar, podemos recorrer a questões míticas, como por exemplo o "Nascimento da Luxúria e do Vampirismo".


Revendo a mitologia judaica, veremos um nome que muito significou para a própria história do vampirismo.

A rainha das trevas, o lado oculto da lua, Lilith, a filha legítima de Satã e a primeira esposa de Adão! Lilith!...Lilith será sempre a mais bela das belas, a mais fogosa, a mulher mais deliciosa do mundo, o símbolo absoluto do prazer, o cheiro mais excitante que é o cheiro característico que exala-se abaixo do ventre feminino, o cheiro do mel almiscarado, o cheiro da mulher! Lilith é a mãe primeva dos vampiros e espectros malignos. Lilith foi também esposa de Caim, que logo tornou-se o primeiro assassino que derramou o sangue do próprio irmão, tornando-se também uma espécie de vampiro errante, répobro maldito.



Com o surgimento de Lilith, o vampirismo ganha a sensualidade e a conotação sexual que faltava para completar a grandeza de um mito tão forte dentro da cultura humana, ou seja, sem sexo, o vampirismo não teria atrativo suficiente para sobreviver dentro das civilizações do mundo. ..


... Ou seja, A "Prostituta Perversa" sendo conotada como o pivot e o principio da ligação entre vampirismo e sexo...


Podemos observar que estas duas coisas estão relacionadas desde mitos muito antigos, se trata de algo primitivo. Ambas as coisas são instintivas.


De qualquer forma, sabemos que durante o ato sexual, é muito fácil retirar grandes quantidades de "lifeforce" da pessoa, e ela ainda vai gostar hehehe talvez até diga algo do tipo..."Você acabou comigo" hehehe...


Talvez este seja um dos grandes motivos que faz com que tantas pessoas queiram se tornar vampiros, a Luxúria.


Mas temos por outro lado os "Nascidos Vampiros", muitas são as questões acerca deste tema, mas vamos abordar algumas, e inicialmente colocar algumas respostas, quem sabe com o tempo não possamos obter respostas mais conclusivas.


Os são por sua ancestralidade?

Para começar a expor esta faceta do vampirismo, em meu ponto de vista seria interessante citar o paradigma reencarnacionista, mas não dentro de conceitos evolutivos, mas de uma forma relativamente nova, onde na verdade é por sua busca pessoal, e não por uma por uma meta imposta por terceiros. Onde talvez em encarnações anteriores aquela alma entrou em contato com os deuses não-mortos, mas não conseguiu por algum motivo levar seu intento a cabo. O mesmo tendo a oportunidade de uma nova encarnação, talvez continue sua busca pessoal.

Neste conceito, estou tomando o indivíduo como ancestral dele mesmo, já se formos observar como sendo um ancestral em separado, cairemos no paradigma de evolução "imposta" por terceiros.


Seria algo em sua genética?


Não creio que se trate de uma questão puramente genética, mas que possivelmente existam diferenciações genéticas, mas em níveis que nossa ciência ainda não seja capaz de constatar, existem teorias muito interessantes sobre DNA sutil. Onde por exemplo, filhos que demonstram claramente conhecimentos que na verdade foram adquiridos pelos pais antes da gestação, conhecimentos estes que a criança nunca teve contato.


Ou é como uma loteria no qual espiritos vampiricos aleatoriamente encarnam em um corpo?


Uma loteria, hehehe... particularmente vejo o universo como uma grande loteria, tudo é aleatório, mas sincrônico. é caos? Sim. é organizado? Sim. Isto pode paracer um paradoxo, mas na verdade acredito que se trate de opostos complementares. Isto se mostra factível em encarnações, onde nas famílias sempre temos os representates de opostos complementares.


Por que alguns espíritos possuem esta "alma vampírica" e outros não?


Do meu ponto de vista, isto é uma escolha, é a busca pessoal.


Ou é apenas uma necessidade energética de corpos? O físico, o astral...


Não vejo como uma necessidade, e sim como uma escolha, que em alguns casos se torna praticamente um vício. É quando você ao invés de tomar posse do que é seu, foi na verdade tomado por algo, que também é seu.


Fonte: Google, Comunidade Ocultismo & Vampirismo.

Colaboradores: Lady Viktoria, Insana, Thenebris

Publicado por Thenebris

Vampiros - mortos, mas não muito. Alguns pontos históricos.


O que era exatamente um vampiro?

Vampiro é um ser universal, parte do repertório de civilizações de todo o mundo e para entender o vampiro, é preciso primeiro compreender o mundo dos nossos ancestrais.

Na Idade Média não era cogitada uma explicação racional ou científica para os "mortos" que voltavam à vida ou defuntos naturalmente mumificados.

Segundo os cronistas da época, santos voltavam à vida para fazer milagres ou seu corpo não apodrecia como nos casos da santa, em 1433, Liduvina de Haia e a santa Catarina de Bolonha, em 1463 respectivamente.

Já os vampiros saíam do seu túmulo para espalhar o terror.
Seu corpo se recusava igualmente a apodrecer.
Muitas vezes os de sexo masculino eram encontrados com pênis em ereção dentro do caixão, totalmente nus, pois comiam a sua mortalha.

Para o homem medieval, explicar o vampirismo era simples: diabolus símia Dei (era uma forma de Satã imitar Deus).

E por que existiam vampiros?

Para os chineses, o homem tinha uma superior (hun) e outra inferior (p''o).

Os restos mortais, quando intactos, podiam ser tomados integralmente pela parte baixa do ser como numa reação alquímica como sol ou a lua, o cadáver voltava à vida com as piores intenções possíveis.


Já as explicações racionais para o vampirismo aconteceram na década de 1730, que se tratava de casos de cólera, daí os rostos rubicundos dos vampiros, ou de peste e a ausência de decomposição de certos cadáveres justificava-se pela natureza do lugar do sepultamento.

Um pequeno tratado do médico parisiense Jacques Bénigne vinslow, em 1742, dizia que os cadáveres encontrados nus no caixão tinham sido na verdade enterrados vivos e, em desespero devoravam as próprias mortalhas.

Tem explicação até mesmo para ereção do pênis defunto, que segundo o erudito Michael Ranft, no século XVIII, "o pênis, de natureza esponjosa, pode erguer-se espontaneamente se um líquido ou sopro penetrar na artéria hopogástrica". Várias foram às tentativas de explicar o vampirismo, mas nada desfez o fascínio da criatura sanguinária.

Segundo o psiquiatra búlgaro-francesa Julia Kristeva, "o mito do vampiro nasce do nosso medo da morte e do desconhecido".

Outros, afirmam que a crendice popular é o reflexo do psiquismo humano, ou então, o vampiro personifica a inveja, o desamparo psicológico. E no século XXI, a descoberta final, na verdade todos somos vampiros.

Conheçam alguns motivos para virar vampiros: pacto com o diabo, o sétimo filho do sétimo filho, sexo com a avó, nascimento monstruoso, casamento com uma bruxa, criança sem batismo e criança devoradora (descoberto no parto que a criança devorara parte da membrana amniótica).


Algumas denominações para vampiros:


1. Camazotoz – México e Guatemala – deus-morcego dos maias, com dentes enormes e afiados, asas e garras. A criatura é inspirada em um enorme morcego hematófago que povoava a região, agora já extinta;

2. Strigoi – Romênia – este morto vivo mantém mais ou menos a aparência da pessoa original. Só mais ou menos: defunto desenvolve cauda e pêlos cobrem sua pele. Ele anda descalço, nu ou vestindo apenas uma camisola. Sai do túmulo à meia-noite, carregando o caixão nas costas;

3. Kiang Shi – China – tem longas unhas e curva, cabelo comprido, olhos estáticos e vermelhos e pele esverdeada. Voa e, além de chupar sangue, é dono de um hálito verdadeiramente venenoso. Para detê-lo, basta um monte de arroz, pois ele se vê obrigado a contar todos os grãos;

4. Kappa - Japão – trata-se de umas criaturas humanóide perversas, pequenas e verdes. Muitas vezes é parecida com uma criança, mas outras tantas se assemelham a um sapo ou lagarto .Eles atacam animais e sugam sangue pelo ânus, além de estuprar mulheres e roubar o fígado das pessoas;

5. Mjertovjec – Rússia, Belarus e Ucrânia – sua aparência é abominável, não possui nariz e tem o lábio inferior fendido. A deformidade, no entanto, não impede que seja um exímio cavaleiro. Sementes de papoula atraem esse ser, que as seguirá até sua tumba.


Segundo as lendas, para afastar um vampiro, use:


- despistar no cortejo fúnebre um suposto vampiro, desorientando com um longo trajeto da igreja até o cemitério;

- amuletos colocados junto ao vampiro no caixão;

- incenso e alho usado para tampar os olhos, a boca e as narinas do defunto;

- a cruz símbolo do cristianismo poderoso contra vampiros;

- execuções cunha de madeira no coração e uma eventual decapitação;

- cozimento em vinho servido para ciganos e estrangeiros;

- vampirização a lógica é que beber o sangue de um vampiro imuniza contra a ação do dito-cujo.


Fonte: Postagens na Comunidade Ocultismo e Vampirismo


Colaboradora: Lady Viktoria


Publicado por Thenebris

Co-herdeiros do Caos

Baseado no artigo ‘profeta relutante’ de Stephen Sennitt

H. P. Lovecraft através de seus sonhos pode ter tido acesso ao universo paralelo que o permitiu relatar profecias a cerca da destruição do nosso mundo através de forças advindas do Caos. As perguntas a cerca das datas relacionadas a esse terror cósmico foram feitas desde sua morte em 1937. – Com isso, passou a existir duas escolas da filosofia de “lovecraft” - Uma entende as obras de H.P. Lovecraft como ficções de terror e consequentemente Lovecraft como um talentoso mestre das palavras – a outra, um corpo selecionado de pessoas que vêem Lovecraft como um conhecedor de verdades cósmicas ocultas, considerando-o como um receptor, um profeta involuntário do Chaos.

Ainda que estranha, há uma evidência admissível para ambos os lados; Lovecraft sofria com estranhos sonhos relacionados a esses deuses antigos que representariam o próprio Caos. Alguns especialistas comparam essa estranha situação referente à Lovecraft e consideram que essa era uma situação que poderia ser chamada de dissonância cognitiva.

Ou seja, todos possuem modelos mentais de como as coisas são ou deveriam ser; isso inclui valores referentes a emoções, crenças, opiniões e etc. De forma que geralmente esses valores não
possuem qualquer relação entre si, mas mantêm uma relação de concordância, ou seja, consonância. Agora o problema se inicia a partir do momento em que surge uma nova informação onde essa informação entra em choque com o modelo mental existente, e isso é a dissonância cognitiva, pois as pessoas não se sentem bem com esse tipo de incoerência entre modelos. – Isso levando em conta a aflição de Lovecraft com algo que dizia respeito à lei natural das coisas... Que o universo tendia ao Caos. – Essa evidencia foi suficiente pra alguns, mas para muitos não passou de especula ção, principalmente para aqueles que viam Lovecraft como um profeta involuntário do Chaos; suas obras eram claras e muito do que era escrito se encaixava perfeitamente sobre os trabalhos místicos realizados na época.

H.P. Lovecraft então tomou seus sonhos como fonte de suas obras, transformando seus sonhos marte, transformando-os nos mitos de Cthulhu. - Lovecraft atingiu o receio das pessoas através de seus contos; um universo unidimensional onde habitam seres tão antigos e poderosos e etc. – Isso causou grande polemica.

Kenneth Grant indiretamente sugeriu que H. P. Lovecraft era semelhante a uma lente defeituosa que recebia imagens distorcidas; neste caso, distorcidas por medos pessoais e pela rejeição consciente produzida por sua mente por causa dos sonhos. Grant compara os trabalhos de Lovecraft com os de Crowley fazendo conexões explicitas das entidades comentadas por Crowley e as comentadas por Lovecraft;

Lovecraft fala a cerca dos Antigos em muitos dos seus trabalhos; de forma que essas forças viriam de uma dimensão externa, não conhecida pelo homem, e que essa passagem se daria como uma fusão entre os mundos e isso teria sido iniciado por pequenas brechas entre as dimensões causadas pelos crimes do ser humano contra a criação. Fala, também, a cerca do alinhamento das estrelas. O que nos faz pensar em um tema atual – O grande Tsunami que devastou a costa da Ásia matando milhares de pessoas e deslocando o Eixo do planeta em alguns centímetros - Certo, os cientistas disseram que isso não causaria dano ao planeta Terra, mas lembrando da teoria de Lorenz acerca do “Efeito Borboleta” onde pequenas modificações poderiam alterar completamente a forma final de determinadas situações... Creio que devemos levar em consideração que essa pequena alteração no Eixo da Terra pode provocar modificações no Universo; alinhamento de estrelas que nunca deveriam se alinhar e outras coisas mais.

O homem gerou o Caos parcial ao cometer crimes contra a criação, contra a vida esse Caos buscou por sua fonte original; O núcleo do Caos... Onde habitam os Sete deuses antigos e não revelados. – Esse conceito de não revelados se deu referente aos trabalhos ministrados por sacerdotes do Antigo Egito; sacerdotes que em segredo trabalhavam com forças relacionadas ao Caos Inicial, as forças originadas do Duat – espaço inferior onde às estrelas se perdem; no texto é tratado como o núcleo do Caos – porém esses trabalhos foram proibidos e esses deuses relacionados ao Duat, foram considerados deuses negros e ‘banidos’ – não revelados.

Os Antigos sempre foram cultuados; em cada Era e em cada povo por um nome diferente; mas nunca estiveram tão presentes como agora. – Porém existe uma visão negativa a cerca desta força contida no Chaos; mas devemos analisar que a vida como à conhecemos se origina do Caos e tende a retornar ao Caos – enquanto ausência de ordem – Porém se essa força for controlada ele pode se tornar algo de grande valor; é como um jardim que com o auxilio do jardineiro fica belo e receptivo, porém sem o jardineiro as plantas tendem a desordem... Se tornando um lugar repulsivo. – Do mesmo modo é o trabalho realizado junto aos Antigos enquanto pórticos de acesso ao Núcleo do Caos... Se essa força for trabalhada adequadamente, se torna algo incomparável. – É por isso que muitos nos enviam e-mails para se informarem de como se tornam membros do Círculo Iniciático dos Sete Caos e nós sempre respondemos que o sistema trabalhado se baseia em capacidade e não em conhecimento; e os testes realizados são baseados na capacidade de trabalhar com a força contida no Caos; É o sistema que escolhe e não o candidato que se faz escolhido – Logo sendo radical... Ao se trabalhar com a força contida no Centro do Caos só duas coisas podem acontecer;

1) Ou você se torna parte dele, pois é capacitado e se torna não um magista, mas parte da magia através da força contida neste núcleo caótico. – de forma a controlar toda essa força.

Ou

2) Fica louco por não suportar uma verdade primitiva e que sempre esteve ao nosso alcance. – Essa loucura vem não da força contida no Caos, mas da mente que tenta não acreditar em algo tão presente – da mente que se limita em paradigmas e dogmas.

O ser humano precisa entender que nós enquanto criação somos uma derivada do Caos; isso é constatado em todos os seguimentos e filosofias; pelos egípcios, hebreus e etc. - E se o homem e toda a criação é derivada deste Chaos... Porque não buscar as verdades contidas nele. – Somos co-herdeiros do Caos.

E como co-herdeiros; estamos ligados ao Caos como um todo; ao Universo como um todo; a Cria ção e consequentemente aos Antigos que são a representação desta força contida no Caos.

Sejamos parte dessa magia... E através desta força... Sejamos uma das faces do Caos; do Universo.

Frater AhaZeD

Publicado por Thenebris

Causadores Divinos da ‘Perturbação’

Levando em consideração os vários comentários a cerca do Livro dos nomes mortos escrito por Abdul Al Hazred - foi feita uma analise parcial sobre as forças opostas no processo de criação, levando em conta, também, estudos a cerca dos deuses do Antigo Egito. – É interessante deixar claro que não estamos afirmando nada sobre a veracidade da existência de Abdul Al Hazred uma vez que um grupo seleto de estudiosos afirma que Al Hazred nunca tenha existido.

Analisando alguns fragmentos de “O livro dos nomes mortos” onde comenta a cerca dos Antigos
sua descendência, temos:

“Os Antigos avidamente oprimiram os caminhos das trevas e suas blasfêmias inundaram a terra, a criação inteira inclinou-se diante de sua potência e reconheceu sua perversidade. [...] Os deuses mais antigos, co-criadores (e partes da criação), expulsaram-nos da Terra para o vazio dos espaços onde reina o caos e que não abrigam qualquer forma.”

Lembrando apenas que toda a história humana indicia que desde sempre o Caos se faz presente neste processo infinito de evolução cosmogónica que, miticamente ou não, sempre representou o próprio homem, entre a razão e a fé, nas suas diversas facetas culturais. Sabemos que este é apenas um fragmento radical a cerca da necessidade humana que percorre toda a extensão da terra na tentativa de encontrar o “portal” de acesso a real compreensão da nossa existência.

No Egito, a força primordial, o Caos original, chamava-se Num que a partir do “Nada” “Tudo” se criou. Seus mitos ganharam forma e contribuíram para criação de tudo o mais. Assim acontecia que o mundo não era exatamente conforme a ordem divina. Muitos deuses misturavam-se a esse drama e assumiam o papel de inimigos nas intrigas míticas. A serpente Apófis era um ser liminar, uma ressurgência no universo organizado da inorganização primordial, uma das forças do não-existente que perturbava o existente. Quando a fome se abatia sobre o país, era porque a barca de Ra encalhara no “Banco de areia da serpente Apófis”.

Seth, tão brutal e perigoso como Apófis, era, ao contrario, um dos elementos da criação. Com certeza um elemento desordenado, o vento quente que varria o deserto, o eterno litigante e rival de Hórus, mas que figurava honrosamente nos grupamentos divinos.[...] – Em suma, os causadores de perturbações pertenciam a duas categorias: de um lado, o agitador, o mal necessário, Seth, o intratável e seu diversos avatares (Crocodilos, serpentes, escorpiões, asnos e etc.), de outro, Apófis e suas transformações (Serpente, Nehaher, Nik, Rik etc.). Inimigo mortal de Rá, Apófis era o niilista da catástrofe final. Para ele não se tratava de levar perturbação ao mundo, mas de suprimi-lo.

Ainda em outras culturas encontramos outros mitos, causadores de perturbações, que ao longo das eras contribuíram para o processo de construção, destruição e reconstrução do nosso Universo, lançando nas mãos do acaso o futuro da humanidade que se submetia às conseqüências da perturbaçã o gerada a partir da Vontade divina.

Considerando que nem todos os mitos travaram lutas entre si, a maioria, se não todos, de uma forma ou de outra, interferiram no ciclo transmutativo do Universo, entre eles: Thor, deus guerreiro escandinavo e correspondente ao mito védico Indra, costumava festejar suas vitórias sobre as forças do Caos, não hesitou em adornar-se de noiva para recuperar seu precioso martelo e destruir Thryn e assim manter seu povo a salvo e em paz.

Ahriman, deus das trevas no mazdeismo, causava o desalento da humanidade por oposição a Ormazd que é a manifestação do Infinito no que tange a benignidade no Universo, por esta razão seus crédulos sabem que a derrota de Ahriman é certa e por esta razão e também por devoção e confiança a Ormazd eles se mantêm firmes mesmo quando suprimidos pelo mal de Ahriman.

No panteão induista, Shiva representava a selvageria indomada, o guerreiro transformador que destrói para construir algo novo, enquanto Vishnu era o deus destruidor daqueles que ameaçavam a boa ordem.

De Pan Gu, originador de todas as coisas na cosmogonia chinesa, surgem duas forças, dois extremos ou princípios universais que irão formar novas combinações que causarão o desequilíbrio e o equilíbrio no Universo. Já na Babilônia, Marduk, depois de derrotar Tiamat, utilizou-se dos restos dessa “personificação do mar” para criar todo o Universo e é justamente com o sangue de Kingu, deus rebelde e desordeiro, que Marduk cria os homens, talvez este seja um ponto de consideração quando as manifestações desordeiras de Kingu através das ações humanas.

Para o homem crédulo e tolo, todos os acontecimentos, são manifestações das deidades em que crê em, muitas vezes interpretadas como castigo e condenação por alguma falha humana, insatisfação, e como provisão dévica que representam a satisfação divina quanto a “relação” entre o homem e a deidade. Porém para os sábios, as manifestações supostamente divinas são apenas representações dos ciclos de transformação física do Universo que interferem na condição existencial humana.

É certo que grandes nomes de buscadores alquímicos, gurus alienados na busca da compreensão do Todo, criaram meios para compreender o funcionamento do Universo sem olharem para dentro de si mesmos e por desaperceberem o fato de que são “parte” Daquilo que também não está aqui, descreveram diversos caminhos, mas nada comprova que os acessaram.

Abdul Al Hazred, seja um personagem fictício ou não, revelou o caos dentro de si cada vez que negava as manifestações do conhecimento que adquirira chegando a ponto de enlouquecer sistematicamente entre a linguagem dos Deuses mais velhos e a linguagem deturpada do homem. No entanto Al Hazred descobriu o caminho da Grande Raça e foi tomado por Cthulhu, talvez como gratificação por ter-se dado conta de que era “Um” dentre “muitos”. A cada microsegundo de existência o ser humano com seus infinitos fragmentos do Universo, sendo ele próprio um fragmento, encontra-se num novo estágio de subversão sintética sempre em busca da transformaçã o necessária para canalizar a linguagem de acesso ao portal do mundo daqueles que estão além do nosso tempo e espaço.

Para melhor entendimento seria interessante analisar o texto: “Co-herdeiros do Caos”

Iniciado por Frater AhaZeD

Concluído por Yunasai Nibiruana

Publicado por Thenebris

Caos Através das Crenças

Um outro conceito interessante de ser trabalhado é a crença popular; criar um trabalho mágico relacionado à crença de um grande número de pessoas. Um banimento utilizando um conceito, até mesmo bíblico; quantas pessoas não acreditam que aquilo realmente aconteceu e que se fizerem hoje possui o mesmo efeito. Em uma outra situação, um colega, em meio a guerras mágicas; alguma bobagem por ai; utilizou de uma técnica interessante para “criar” um bloqueio em torno de sua casa e foi essa atitude que abriu nossos olhos com relação à força da crença popular. – Em meio a tantas ‘demandas’ relacionadas à situação foi utilizado um conceito bíblico... Uma passagem do antigo testamento a cerca do anjo da morte que passaria por sobre a terra do Egito e mataria os primogênitos e este anjo da morte entraria em toda casa onde não houvesse sangue nas ombreiras das portas e nas janelas. – Com base nessa passagem a ação foi feita, e feita da seguinte forma:
Como um bom estudante de magia do caos, no lugar de sangue utilizou um suco de uva e logicamente usando algum sigilo em especifico utilizou deste procedimento e passou esse suco de uva em todas as portas e janelas da casa. Fisicamente falando as portas e janelas são objetos de entrada e saída de um determinado local, logo utilizando deste procedimento somente nas portas e janelas; está implícito, em um plano físico, que não há outros meios de entrada – isso fisicamente, mas se durante o processo o magista transpor esse conceito para o plano mental, consequentemente ele é refletido no plano astral tendo o efeito desejado – ou seja, nada entra naquele local.

Mas vamos lá... Pegou o “sangue” e passou em todas as portas e janelas levando em consideração a crença de milhares de pessoas no mundo de que o que está escrito no antigo testamento é uma verdade; e usando a energia contida nessa crença o resultado pode ser atingido. – A energia utilizada carregando a intenção do sigilo e do procedimento não partiu do magista, mas da crença popular de que o “anjo da morte” foi afastado e junto dele a destruição que cairia sobre aquela família.

Como foi comentado... A criatividade está diretamente ligada com magia do caos – conhecer, planejar e até mesmo esperar o tempo certo de agir faz parte do conjunto que forma um bom estudante de magia do caos.

Bem, foi só um comentário a cerca do que pode ser feito... Não sejamos abitolados em conceitos especificados por terceiros, mas sejamos sacerdotes do nosso próprio sucesso.

Seja criativo! :)

Texto de ZeD

Postado por Thenebris


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