quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Dualidade Primitiva

Falaremos de um assunto delicado e que de certo modo não pode ser explicado ou comparado através de modelos existentes, ou seja, através de nossos paradigmas a cerca da dualidade, do que está no alto e do está no baixo, do caminho da pomba e do caminho da serpente. Quando nos referimos aos Antigos, ao Caos Inicial estamos nos referindo a uma força que de certo modo é alheia à concepção humana enquanto presos no paradigma “dualidade” – Estamos nos referindo a uma força primordial e que estava presente muito antes da Criação. Analisando todas as culturas e afirmações a cerca da Criação podemos verificar que todos comentam a cerca de uma passagem do Caos para Ordem, aonde essa ordem vem acompanhada da Origem da vida, da luz. Olhando por outro ângulo, ainda que em outras proporções, a vida, mesmo em outra concepção de “tempo” foi originada de forma similar no Plano Astral.
Essa criação, essa origem da vida no plano astral nos proporciona, em partes, o modelo utilizado pelos judeus, a árvore da vida com todas as suas esferas superiores e esferas inferiores, o que nós dá, novamente, a idéia de ‘dualidade’ – Duas forças originadas na Criação... E ainda que pareça confuso associar as forças pertencentes às esferas inferiores com a Ordem; devemos considerá-las, também, elementos desta Ordem originada do Caos.
De forma que não podemos trabalhar com forças primordiais, referentes a um ‘tempo’ anterior à criação usando os modelos conhecidos. Esses modelos nos dão uma visão parcial até determinado ponto, porém não existem explicações a cerca deste Caos Primordial, do que existia antes da Criação, antes desta separação entre Luz e Trevas, talvez em um tempo anterior a essa criação; de alguma forma essa Luz e Trevas estavam fundidas em uma coisa só e essa separação entre luz e trevas tenha sido um dos fatores que fez com que a Criação viesse a ser possível.
A inclusão dos elementos situados nas esferas inferiores pode ser exemplificada através de Seth; que lutava contra a serpente Apófis que era um ser liminar, uma ressurgência no universo ornizado da inorganização primordial, uma das forças do não-existente que perturbava o existente, ou seja, Seth ainda que supostamente fosse considerado um deus negro, ‘pertencente’ a essas esferas inferiores, lutava contra as ressurgências do não-existente, contra o Caos Inicial; em resumo era um ser pertencente à Ordem.
Como foi comentado em outros textos é interessante deixar claro que não estamos afirmando nada sobre a veracidade da existência de Abdul Al Hazred uma vez que um grupo seleto de estudiosos afirma que Al Hazred nunca tenha existido.

Mas analisando alguns fragmentos de “O livro dos nomes mortos” onde comenta a cerca dos Antigos e sua descendência, temos:

“Os Antigos avidamente oprimiram os caminhos das trevas e suas blasfêmias inundaram a terra, a criação inteira (Esferas superiores e inferiores) inclinou-se diante de sua potência e reconheceu sua perversidade. [...] Em sua cólera, os outros deuses (pertencentes à criação) voltaram-se contra os Antigos e [...] os expulsaram para o vazio dos espaços [Zona Malva] onde reina o caos e que não abrigam qualquer forma.”

Para muitos, a partir do momento em que a luz se separou das trevas, a luz deu origem a dualidade; dentro da árvore da vida as esferas superiores e inferiores, porém com o passar do tempo o conceito ‘trevas’ foi atribuído aos elementos pertencentes às esferas inferiores, uma vez que as Ressurgências deste Caos Primordial personificadas através dos Antigos tenham sido Banidas e Esquecidas.

Porém uma coisa que muitos desconsideram é que essa Criação partiu do processo de separação desta Luz e Trevas, partindo do Caos, junção dos dois, para a Ordem, fonte da dualidade. – Os Elementos que foram criados a partir da Luz só conheceram a Luz, não poderiam voltar à essência primordial que também estava contida nas Trevas, porém as trevas contidas no Caos Primordial conheceram a Luz e tinham acesso a todas as suas derivadas, toda a Criação. E foi a partir daí que essas ressurgências do não-existente passaram a perturbar os frutos desta Criação e consequentemente os deuses pertencentes a essa criação, que não conheceram o Caos em essência, lutaram para banir essas forças para dimensões desconhecidas. Porém essa perturbação causada por essas ressurgências era fruto do fato de que a criatura, o homem, não conheceu sua essência, só conheceu parte dela, só conheceu o que estava na luz e o conhecimento advindo das Trevas pertencentes ao Caos Inicial causava dissonância cognitiva, ou seja, os deixavam atordoados, pois não a conheciam.

Após tanto se falar a cerca das forças pertencentes às Esferas Superiores e Esferas inferiores situadas na árvore da vida, de todo um paradigma baseado em dualidade, alto e o baixo, finalmente estaríamos nos deparando com uma terceira força? Uma força pertencente à Essência, ao Caos Inicial, uma força que de certo modo é temida por todos os elementos pertencentes a essa dualidade... Uma terceira força, mas a original; a faísca do Caos Inicial que carregamos dentro de nós?

Antes, em nossas mentes, só havia o Superior e o Inferior e as forças neles representadas, a dualidade pertencente a somente Um dos elementos do Caos Inicial, a luz... Mas agora, temos a ressurgência do não-existente... Um terceiro elemento pertencente à Essência e que de certo modo nos causa receio. Isso é o Caos Primitivo, é a terceira força que toda a dualidade teme, mas a teme porque não foi feito dela, mas de uma parte dela, porém em essência somos parte dessa força, ainda que em fragmentos... Logo , cabe a nós decidirmos, continuar-mos na luz e ver-mos somente o que há nela ou voltar a Essência onde cada elemento, enquanto face deste Caos Primordial consegue ver através das ilusões... Através das trevas e da luz.

por Frater AhaZeD

Publicado por Thenebris

Vampirismo x Simbologia do Mito


Como todos sabemos vampiros são criaturas que sobrevivem alimentando-se da vitalidade dos seres humanos. Sua natureza exata e a forma com que eles absorvem esta vitalidade varia conforme a lenda que tomamos como base mas a versão mais conhecida é, com certeza, a popularizada por Bram Stoker onde o vampiro é um morto-vivo que absorve a vida de suas vítimas bebendo o seu sangue (já uma primeira referência a Lifeforce).

Mas como as histórias costumam não ser meramente histórias podemos encontrar ocultas entre os vários aspectos da lenda do vampiro várias "pistas" que nos levam à lições de simbologia e de magia.

O vampiro é constantemente retratado de forma sedutora e luxuriosa apresentando a primeira e mais óbvia relação metafórica que podemos delinear em torno do mito do vampiro: o sexo. Talvez isso pareça estranho para alguns mas os mais atentos fãs de filmes de terror já devem ter reparado as semelhanças entre o beijo do vampiro e o ato sexual. O êxtase orgástico sentido pelas vítimas durante o beijo é a primeira dica.O olhar hipnotizante e fascinador do vampiro sobre suas vítimas do sexo oposto é mais uma (também temos aqui uma referência ao olhar do predador sobre sua presa). Por fim temos o crescimento dos dentes como óbvia alusão à ereção decorrente de uma excitação sexual. Todo o processo do beijo vampírico é um grande símbolo para o ato sexual.

Mas e o sangue? Este é o cerne da questão. Toda a caçada e posterior domínio da presa humana pelo predador da noite tem por objetivo sorver seu precioso líquido (energia) vital.

Observado sob uma ótica hermética o vampiro é um excelente símbolo para o desejo. O desejo presente em todo o ser humano constitui uma grande força (libido), um grande centro de poder, que dá ao homem segurança e domínio sobre o mundo ao seu redor. Mas, ao mesmo tempo, o desejo constitui a grande armadilha que destitui o homem de seu posto de imperador do mundo material convertendo-o no mais submisso escravo. O desejo esconde, em verdade, o maior poder concedido pelos deuses ao homem: a energia sexual. Esta é a energia por traz do desejo. Esta é a energia por traz da libido. Esta é a energia por traz de toda a sensorialidade, prazer e gozo. O eixo da roda que gira e move o mundo. O ponto central disto que chamamos sexo.

Ser fascinado pelo vampiro é deixar que este se alimente de nossa própria energia vital. É ser hipnotizado pelo nosso próprio desejo, tornando-se escravo dele, e deixando que nossa energia sexual se esvaia nos momentos de êxtase do beijo da morte.

O êxtase é sentido, as presas estão prontas, e é este o momento chave para converter-se em lacaio ou para tornar-se o senhor dominando a besta sedutora. Sentir os prazeres da noite sem deixar que o sanguinis vitae escorra para os lábios do inimigo é o grande desafio de todo aquele que busca o poder sobre a vida e o mundo.

E este é justamente o segredo retratado no beijo do vampiro. Este é o ponto central do símbolo mágico e esotérico ensinado por este personagem e pelo seu mito. E se este simbolismo for compreendido toda a história do vampiro toma uma nova dimensão ensinando de maneira metafórica vários segredos relacionados ao esoterismo e ao poder mágico guardado em todo o homem para o domínio da natureza.

A compreensão do poder contido no sexo e das aplicações mágicas possíveis a partir desta fonte revestem-se sob o manto deste símbolo obscuro guardando metaforicamente a antiga chave secreta para a Magia Sexual. Por traz de todo mito há um grande ensinamento simbólico ali guardado. Muitos mitos também guardam, além de sua porção simbólica, aspectos mais reais.

Vampiros não existem, não é mesmo? Então como explicar a presença do mito do vampiro em várias culturas ao longo de toda a história mantendo sempre as mesmas características fundamentais? hehehe...

Vários ocultistas apontam que o mito do vampiro guarda, dentre poucas distorções, a descrição de um processo mágico e ritualístico que confere ao mago uma conexão mais real com as forças obscuras e os poderes da noite. Sob esta perspectiva todos os símbolos envolvendo os poderes mantidos pelos vampiros e o próprio beijo vampírico apresentam narrações reais ou bem próximas da realidade. Por exemplo: alguns mitos dizem que vampiros são capazes de se transformarem em morcegos e voarem até suas vítimas durante a noite. Temos nisto uma clara analogia simbólica às projeções astrais, onde o vampiro poderá voar pela noite.

Fonte: Google, Livro: Vampiros Rituais de Sangue - Marcos Torrigo, textos antigos meus.

Publicado por Thenebris

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ritual de Selagem dos Orifícios



Este ritual pode ser praticado pela pessoa sozinha ou com a ajuda de um parceiro ou parceira de trabalho espiritual, alguém que seja íntimo e com quem se sinta à vontade, para estar totalmente nua.

Procure estar num ambiente calmo e agradável, se possível onde você mantiver seu altar.

Em caso de emergência, pode ser feito em qualquer local.

Consagre a água e o sal da forma como você costuma fazer ao se preparar para um sabá ou qualquer ritual. Pegue a taça ou vasilha que você usa para a água, já consagrada, e despeje nela o sal.

Para a consagração, use o nome do Deus e Deusa que você normalmente cultua (não esqueça de mencionar ambos os nomes do Sagrado Casal, como Cernunnos e Aradia, Woden e Freya etc.)

Visualize fortemente em sua mente um "selo" ou lacre com a imagem desses deuses protegendo você, como se esse selo fosse realmente um objeto a ser "colado" sobre os orifícios a serem selados.

Coloque o dedo indicador de sua mão direita na mistura de água e sal, toque cada um dos orifícios a serem selados, um de cada vez (molhe o dedo novamente para cada um) e repita em voz alta: "Que sejas selado contra todo o Mal" ("Be thou sealed against all evil").

Ao dizer a invocação, pense firmemente no selo que você visualizou, como se ele estivesse sendo colocado concretamente sobre o orifício.

Os orifícios do corpo são os seguintes e devem ser selados nessa ordem:

MULHERES: olho direito, olho esquerdo, orelha direita, orelha esquerda, narina direita, narina esquerda, boca, mamilo direito, mamilo esquerdo, umbigo, uretra (dentro da vagina), abertura vaginal e ânus (13 no total).

HOMENS: olho direito, olho esquerdo, orelha direita, orelha esquerda, narina direita, narina esquerda, boca, mamilo direito, mamilo esquerdo, umbigo, ponta do pênis e ânus (12 no total).

Muitas mulheres possuem um "terceiro mamilo", no meio ou logo abaixo dos mamilos dos seios (a chamada "linha do leite").
Seria um terceiro seio (a marca da Tríplice Deusa) que geralmente não se desenvolve e muitas vezes é confundido com uma "verruga de nascença", mas na verdade é uma das marcas irrefutáveis de que uma mulher é uma bruxa.

É FUNDAMENTAL para proteção que esse "terceiro mamilo" seja selado.

Se no momento do ritual você tiver algum machucado ou ferida ainda não totalmente cicatrizado, em qualquer parte do corpo (homens e mulheres), eles devem ser selados também, após os já mencionados.

Depois dessa primeira selagem, mantenha sempre em sua mente o formato do selo que você utilizou.

Se durante o sono ou em qualquer outra situação você se sentir sendo vítima de um "ataque psíquico" ou vampirização energética, feche os olhos e mentalize o selo sobre os orifícios.

Mesmo sem o uso da água e sal e sem a colocação dos dedos sobre os locais, ele será eficiente.

Postado por Lady Viktoria.

Magia e Práticas com Espelhos



Os espelhos são formados por uma camada de prata, alumínio ou amálgama de estanho, que é depositada quimicamente sobre a face posterior de uma lâmina de vidro, e por trás coberta com uma substância protectora.

Não se sabe a data de origem exata dos espelhos. Possivelmente foi a a superfície da água que inspirou o fabrico dos primeiros objetos. Foram descobertos nos despojos da civilização Badariana (do Egipto, junto ao Rio Nilo), espelhos de cobre, deixados pelo homem primitivo no quinto milênio a .C.

Algumas culturas possuem crendices de que quem quebrar um espelho terá sete anos de azar.

Os antigos romanos creditam aos espelhos o poder de refletir a alma e afetar o bem-estar de uma pessoa.

A fé judaica exige que todos os espelhos da casa sejam cobertos enquanto a morte de um ente querido é velada, de modo a impedir que os vivos sejam distraídos pelos ornamentos da beleza e do mundo físico.

As culturas de Roma ao Oriente Distante possuem uma tradição comum que considera espelhos como entidades malévolas que aprisionam as almas dos viventes, causando assim a morte ou capturando as almas dos falecidos antes que possam chegar à vida após a morte, amaldiçoando seus espíritos com o cativeiro eterno.

Vampiros não podem gerar reflexos em espelhos por serem criaturas dos mortos-vivos e sem almas.


ESPELHO NEGRO


Este é um método usado para adivinhação e visualização por meio de observação de um espelho, feito com uma chapa de vidro comum, com um dos lados pintado de preto.

Outros métodos podem ser usados para este fim, tal como bolas de cristal, crânio esculpido em cristal, copos cheios de água, tijela de água colorida com tinta, cinzas, fumaça, névoa flutuante sobre água, etc.

Este do espelho negro costuma ser um dos preferidos, pois envolve material de baixo custo para a confecção, pode ser feito em qualquer lugar, oferece uma tela escura boa para visualização e costuma dar bons resultados.


COMO FAZER SEU ESPELHO NEGRO

1. Arrume um pequeno porta-retratos, com moldura e vidro comum transparente (estes com chapa de plástico transparente não servem, a chapa deve ser de vidro).

Quanto mais grosso for o vidro, mais "profundo" irá parecer o espelho, depois de pronto. Note que estamos falando de vidro comum, transparente, não de espelhos já prontos.

O porta-retratos poderá ter qualquer formato: retangular, oval, etc...

2. Desmonte o porta-retratos. Pegue a chapa de vidro. Limpe bem o vidro com álcool.

3. Pinte só UM dos lados do vidro com alguma tinta preta que tenha bom poder de aderência sobre vidro. Entre outras, tinta esmalte preta serve bem para isto. Tinta artesanal para vidro também. Aplique várias camadas, para impedir ao máximo a passagem de luz. Se quiser decorar a moldura com desenhos cabalísticos ou coisa assim, tudo bem. Molduras decoradas ou trabalhadas não vão atrapalhar.

4. Depois de seco, torne a montar a moldura, reinstalando o vidro e colocando o lado pintado de negro voltado para dentro.

5. A moldura deverá ser mantida na vertical, um pouco inclinada para trás. Caso seja uma moldura com pé ou base, isto já servirá. Caso contrário, arrume um jeito para que ela fique em pé sozinha (arame, objeto para apoio...)

COMO USAR O ESPELHO

Preparativos gerais: Procure induzir um estado de consciência alterada, da forma como faz para outras meditações e práticas.

Caso queira, inclua incenso, música adequada para meditação, etc...

1 - Coloque o espelho em pé sobre uma mesa, de formas que este fique no nível adequado para seus olhos, quando vc se sentar em frente dele.

2 - Uma vela ou lâmpada fraca deve ficar posicionada atrás do lugar onde vc vai se sentar (atrás de vc, portanto). Esta deve ser a única iluminação da sala.

3 - Faça o exercício de relaxamento progressivo ensinado abaixo (se quiser, faça-o deitado na cama, depois venha para o local onde está o espelho).

4 - Focalize o olhar no espelho, de forma relaxada, tentando olhar não na superfície, mas "através do espelho'"..

5 - Não se preocupe em piscar ou não. Isto vai ser indiferente..
Mantenha a mente vazia, ou concentrada em alguma pergunta específica.

6 - Não permaneça mais de 20 minutos concentrado(a) no espelho, pelo menos nas primeiras vezes.


COMO APARECEM AS IMAGENS:

Se bem que isto possa variar de pessoa para pessoa, normalmente as imagens são precedidas por uma 'névoa', que aparece depois de alguns minutos de concentração. Esta névoa depois se dissipa, ou se transforma em imagens.

Tais imagens podem ser símbolos vindos do inconsciente, imagens reais do presente, do passado ou do futuro, flashes de vidas passadas...

O sucesso da experiência também pode ser imediato ou não. Algumas pessoas vêem imagens logo da primeira vez, outras precisam repetir o exercício durante vários dias, até conseguir visualizar alguma coisa.


EXERCÍCIO DE RELAXAMENTO PROGRESSIVO:

Este exercício é muito bom , e pode ser usado para outras coisas que precisem de prévio relaxamento, também...

Tempo : 15 a 20 minutos, mais ou menos.

Use música adequada, se quiser.

Faça deitado ou sentado confortavelmente numa poltrona ou sofá.

Comece a respirar em ritmo 4/2/4 (inspire, contando mentalmente até 4, segure o ar contando até 2, expire contando até 4), fazendo isto por uns 3 minutos. Depois disto, tente manter mais ou menos este tipo de respiração, mas não se preocupe muito com isto...

Feche os olhos e esvazie a mente. Agora vc vai trabalhar com tensão/relaxamento de músculos.

"Tensionar" é simplesmente forçar ou contrair os músculos, como quando vc aperta a mão ou faz força para mostrar os músculos do braço, por exemplo.

"Relaxar" é parar de fazer força, deixando o músculo frouxo, em repouso.

Procure 'tensionar' nas inspirações, e 'relaxar' nas expirações...

1. Estique o pé direito e tensione todos os músculos do pé. Relaxe. Repita mais uma vez. Faça agora com o outro pé.

2. Tensione os músculos da barriga da perna direita... Relaxe... Repita mais uma vez... Faça o mesmo com a perna esquerda.

3. Tensione os músculos das nádegas. Relaxe e repita...

4. Tensione os músculos das costas... Relaxe e repita...

5. Estique e tensione a mão direita, com a mão fechada em soco. Relaxe e abra a mão. Repita mais uma vez. Faça o mesmo com a mão esquerda.

6. Tensione todos os músculos do braço direito. Relaxe. Repita. Faça o mesmo com o braço esquerdo.

7. Tensione todos os músculos do peito. Relaxe e repita.

8. Tensione os músculos do pescoço. Relaxe. Repita.

9. Tensione os músculos da cabeça. Relaxe. Repita.

10. Tensione todos os músculos do corpo, de uma vez só. Relaxe. Repita.

Este exercício diminuirá bastante as sensações corporais, uma etapa importante em qualquer processo que envolva alteração do estado mental.

Fonte: Bene Cohen/Voadores/Agosto 2006

Benedicto Cohen (Bene)
beneluxbr@yahoo.com.br

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Postado por Lady Viktoria

Capitalismo x Magia II

Compreendendo a Egregora

“Compreenda o sistema capitalista como uma grande egregora que beneficia poucos através dos trabalhos das massas, logo existe um sistema inteiro trabalhando para que você se mantenha como MASSA. E aqui está o cerne da questão, o sistema capitalista é uma egregora singular para se trabalhar, e completamente diferente de qualquer sistema mágico conhecido, é por isso que suas ações mágicas para melhorar os aspectos financeiros de sua vida não deram certo como gostaria....”

Tive muito tempo para pensar sobre as particularidades da egregora que movimenta o sistema capitalista – Dinheiro - não se trata apenas de notas ou moedas que pegamos; Dentro de paradigmas mágicos não se pode chamar para si o Dinheiro, mas sim Oportunidades.

Outro dia vi uma pregação feita por um pastor onde o mesmo falava sobre o direito que o cristão possui sobre as bênçãos; E conversava sobre esses “direitos” com uma pessoa bem próxima e nessa oportunidade compreendi que a egregora existente no sistema capitalista não está de forma alguma alinhada com outras egregoras, assim o conceito de “Direito” ás bênçãos de prosperidade não são muito bem compreendidos pela egregora do sistema capitalista – Vou chamar essa egregora de Granas.

Até aqui observamos que Granas possui algumas características;

1) Não gosta de ficar parado, quer se movimentar;
2) Não é subordinado aos arquétipos encontrados por ai;
3) Seu único elo fraco são Pessoas;
4) Única forma de manipular magicamente é através das Oportunidades;
5) Granas não quer saber quem o movimenta, não tem ética;
6) Granas precisa manter a grande massa como massa para continuar se
movimentando;

Deste modo o interesse de Granas é estar com pessoas que em primeiro lugar o façam se movimentar, não interessa se é em igrejas ou traficantes; Granas não é manipulado por arquétipos, mas seu elo fraco são pessoas e suas atitudes, se o Irã ameaçar com lançamentos de mísseis gera instabilidade e Granas rapidamente se movimenta, se retrai, corre de um lado para outro do tabuleiro; A parte que nos interessa é que Granas é dependente e age através de Oportunidades/Atitude e podemos gerar Oportunidades magicamente.

Perceba que Granas não possui um formato humanóide, como nossa mente costuma adotar para compreender melhor os arquétipos, tenho buscado fortemente compreender essa egregora e sua forma me parece muito clara quando pensamos em um tabuleiro;

No centro de cada quadrado imagine um ponto, um buraco, e sobre esse ponto existe um pequeno vórtice sugando tudo em torno e centralizando/sugando para o centro do ponto. Em todos os quadrados do tabuleiro existe o mesmo vórtice, e perceba que o tabuleiro em si também faz parte de Granas, perceba ainda que abaixo do tabuleiro, como cada quadrado possui um furo, parte do que foi absorvido cai para uma segunda camada abaixo do tabuleiro onde existe outro vórtice e por ai vai... Como um castelo de cartas de baralho, mas de cabeça para baixo; porém com 3 camadas;


Em “A” temos a população em geral, que trabalha para uma empresa qualquer com venda de produtos ou serviços; Perceba que Granas beneficia poucos através do trabalho de muitos, por isso o efeito vórtice;

Em “B” temos o tabuleiro que recebe e interage com os beneficiados ou que tentam permanecer no campo dos beneficiados; O tabuleiro é uma chave importante para se trabalhar magicamente; Quem são os que estão na tabuleiro? Os que trabalham com dinheiro dos outros; (Bancos, guerrilheiros da bolsa e outros)

Em “C” temos uma camada que não cabe a nós, vou chamar apenas de PIB diversos, pois é o todo;

Em “D” temos a essência de Granas, interligada com todos os PIBs; Perceba que tudo está interligado;

A pergunta que não quer se calar é, em termos financeiros, o que isso significa? Até o momento falamos em gerar oportunidades, mas gerar oportunidades pode significar continuar em “A” sendo usado/absorvido por Granas ou ir para B; que parece ser um elo de junção entre os mais beneficiados por Granas. Quem trabalha nesse tabuleiro são Bancos, investidores (Mercado de ações), outros de forma ilegal como agiotas e etc;
( O que mais posso inserir aqui como exemplo?)

Ou seja, agentes que ganham a vida movimentando Granas;

Com isso é possível perceber mais claramente o motivo de rituais com objetivo de absorver Granas para si não funcionando muito bem; A egregora Granas é poderosa e não pode ser absorvida, ela absorve você, porém a única necessidade de Granas é se movimentar.

E se é uma necessidade é também uma fraqueza. Deste modo seria mais correto um ritual voltado para que Granas veja você como um agente causador de movimento.

Continua nos próximos...

Autor: ZeD

Publicado por Thenebris

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Vampirismo x Luxúria e Nascidos Vampiros


Para iniciar, podemos recorrer a questões míticas, como por exemplo o "Nascimento da Luxúria e do Vampirismo".


Revendo a mitologia judaica, veremos um nome que muito significou para a própria história do vampirismo.

A rainha das trevas, o lado oculto da lua, Lilith, a filha legítima de Satã e a primeira esposa de Adão! Lilith!...Lilith será sempre a mais bela das belas, a mais fogosa, a mulher mais deliciosa do mundo, o símbolo absoluto do prazer, o cheiro mais excitante que é o cheiro característico que exala-se abaixo do ventre feminino, o cheiro do mel almiscarado, o cheiro da mulher! Lilith é a mãe primeva dos vampiros e espectros malignos. Lilith foi também esposa de Caim, que logo tornou-se o primeiro assassino que derramou o sangue do próprio irmão, tornando-se também uma espécie de vampiro errante, répobro maldito.



Com o surgimento de Lilith, o vampirismo ganha a sensualidade e a conotação sexual que faltava para completar a grandeza de um mito tão forte dentro da cultura humana, ou seja, sem sexo, o vampirismo não teria atrativo suficiente para sobreviver dentro das civilizações do mundo. ..


... Ou seja, A "Prostituta Perversa" sendo conotada como o pivot e o principio da ligação entre vampirismo e sexo...


Podemos observar que estas duas coisas estão relacionadas desde mitos muito antigos, se trata de algo primitivo. Ambas as coisas são instintivas.


De qualquer forma, sabemos que durante o ato sexual, é muito fácil retirar grandes quantidades de "lifeforce" da pessoa, e ela ainda vai gostar hehehe talvez até diga algo do tipo..."Você acabou comigo" hehehe...


Talvez este seja um dos grandes motivos que faz com que tantas pessoas queiram se tornar vampiros, a Luxúria.


Mas temos por outro lado os "Nascidos Vampiros", muitas são as questões acerca deste tema, mas vamos abordar algumas, e inicialmente colocar algumas respostas, quem sabe com o tempo não possamos obter respostas mais conclusivas.


Os são por sua ancestralidade?

Para começar a expor esta faceta do vampirismo, em meu ponto de vista seria interessante citar o paradigma reencarnacionista, mas não dentro de conceitos evolutivos, mas de uma forma relativamente nova, onde na verdade é por sua busca pessoal, e não por uma por uma meta imposta por terceiros. Onde talvez em encarnações anteriores aquela alma entrou em contato com os deuses não-mortos, mas não conseguiu por algum motivo levar seu intento a cabo. O mesmo tendo a oportunidade de uma nova encarnação, talvez continue sua busca pessoal.

Neste conceito, estou tomando o indivíduo como ancestral dele mesmo, já se formos observar como sendo um ancestral em separado, cairemos no paradigma de evolução "imposta" por terceiros.


Seria algo em sua genética?


Não creio que se trate de uma questão puramente genética, mas que possivelmente existam diferenciações genéticas, mas em níveis que nossa ciência ainda não seja capaz de constatar, existem teorias muito interessantes sobre DNA sutil. Onde por exemplo, filhos que demonstram claramente conhecimentos que na verdade foram adquiridos pelos pais antes da gestação, conhecimentos estes que a criança nunca teve contato.


Ou é como uma loteria no qual espiritos vampiricos aleatoriamente encarnam em um corpo?


Uma loteria, hehehe... particularmente vejo o universo como uma grande loteria, tudo é aleatório, mas sincrônico. é caos? Sim. é organizado? Sim. Isto pode paracer um paradoxo, mas na verdade acredito que se trate de opostos complementares. Isto se mostra factível em encarnações, onde nas famílias sempre temos os representates de opostos complementares.


Por que alguns espíritos possuem esta "alma vampírica" e outros não?


Do meu ponto de vista, isto é uma escolha, é a busca pessoal.


Ou é apenas uma necessidade energética de corpos? O físico, o astral...


Não vejo como uma necessidade, e sim como uma escolha, que em alguns casos se torna praticamente um vício. É quando você ao invés de tomar posse do que é seu, foi na verdade tomado por algo, que também é seu.


Fonte: Google, Comunidade Ocultismo & Vampirismo.

Colaboradores: Lady Viktoria, Insana, Thenebris

Publicado por Thenebris

Vampiros - mortos, mas não muito. Alguns pontos históricos.


O que era exatamente um vampiro?

Vampiro é um ser universal, parte do repertório de civilizações de todo o mundo e para entender o vampiro, é preciso primeiro compreender o mundo dos nossos ancestrais.

Na Idade Média não era cogitada uma explicação racional ou científica para os "mortos" que voltavam à vida ou defuntos naturalmente mumificados.

Segundo os cronistas da época, santos voltavam à vida para fazer milagres ou seu corpo não apodrecia como nos casos da santa, em 1433, Liduvina de Haia e a santa Catarina de Bolonha, em 1463 respectivamente.

Já os vampiros saíam do seu túmulo para espalhar o terror.
Seu corpo se recusava igualmente a apodrecer.
Muitas vezes os de sexo masculino eram encontrados com pênis em ereção dentro do caixão, totalmente nus, pois comiam a sua mortalha.

Para o homem medieval, explicar o vampirismo era simples: diabolus símia Dei (era uma forma de Satã imitar Deus).

E por que existiam vampiros?

Para os chineses, o homem tinha uma superior (hun) e outra inferior (p''o).

Os restos mortais, quando intactos, podiam ser tomados integralmente pela parte baixa do ser como numa reação alquímica como sol ou a lua, o cadáver voltava à vida com as piores intenções possíveis.


Já as explicações racionais para o vampirismo aconteceram na década de 1730, que se tratava de casos de cólera, daí os rostos rubicundos dos vampiros, ou de peste e a ausência de decomposição de certos cadáveres justificava-se pela natureza do lugar do sepultamento.

Um pequeno tratado do médico parisiense Jacques Bénigne vinslow, em 1742, dizia que os cadáveres encontrados nus no caixão tinham sido na verdade enterrados vivos e, em desespero devoravam as próprias mortalhas.

Tem explicação até mesmo para ereção do pênis defunto, que segundo o erudito Michael Ranft, no século XVIII, "o pênis, de natureza esponjosa, pode erguer-se espontaneamente se um líquido ou sopro penetrar na artéria hopogástrica". Várias foram às tentativas de explicar o vampirismo, mas nada desfez o fascínio da criatura sanguinária.

Segundo o psiquiatra búlgaro-francesa Julia Kristeva, "o mito do vampiro nasce do nosso medo da morte e do desconhecido".

Outros, afirmam que a crendice popular é o reflexo do psiquismo humano, ou então, o vampiro personifica a inveja, o desamparo psicológico. E no século XXI, a descoberta final, na verdade todos somos vampiros.

Conheçam alguns motivos para virar vampiros: pacto com o diabo, o sétimo filho do sétimo filho, sexo com a avó, nascimento monstruoso, casamento com uma bruxa, criança sem batismo e criança devoradora (descoberto no parto que a criança devorara parte da membrana amniótica).


Algumas denominações para vampiros:


1. Camazotoz – México e Guatemala – deus-morcego dos maias, com dentes enormes e afiados, asas e garras. A criatura é inspirada em um enorme morcego hematófago que povoava a região, agora já extinta;

2. Strigoi – Romênia – este morto vivo mantém mais ou menos a aparência da pessoa original. Só mais ou menos: defunto desenvolve cauda e pêlos cobrem sua pele. Ele anda descalço, nu ou vestindo apenas uma camisola. Sai do túmulo à meia-noite, carregando o caixão nas costas;

3. Kiang Shi – China – tem longas unhas e curva, cabelo comprido, olhos estáticos e vermelhos e pele esverdeada. Voa e, além de chupar sangue, é dono de um hálito verdadeiramente venenoso. Para detê-lo, basta um monte de arroz, pois ele se vê obrigado a contar todos os grãos;

4. Kappa - Japão – trata-se de umas criaturas humanóide perversas, pequenas e verdes. Muitas vezes é parecida com uma criança, mas outras tantas se assemelham a um sapo ou lagarto .Eles atacam animais e sugam sangue pelo ânus, além de estuprar mulheres e roubar o fígado das pessoas;

5. Mjertovjec – Rússia, Belarus e Ucrânia – sua aparência é abominável, não possui nariz e tem o lábio inferior fendido. A deformidade, no entanto, não impede que seja um exímio cavaleiro. Sementes de papoula atraem esse ser, que as seguirá até sua tumba.


Segundo as lendas, para afastar um vampiro, use:


- despistar no cortejo fúnebre um suposto vampiro, desorientando com um longo trajeto da igreja até o cemitério;

- amuletos colocados junto ao vampiro no caixão;

- incenso e alho usado para tampar os olhos, a boca e as narinas do defunto;

- a cruz símbolo do cristianismo poderoso contra vampiros;

- execuções cunha de madeira no coração e uma eventual decapitação;

- cozimento em vinho servido para ciganos e estrangeiros;

- vampirização a lógica é que beber o sangue de um vampiro imuniza contra a ação do dito-cujo.


Fonte: Postagens na Comunidade Ocultismo e Vampirismo


Colaboradora: Lady Viktoria


Publicado por Thenebris


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